terça-feira, setembro 21, 2004
quinta-feira, setembro 16, 2004
delícia parte 2
mais fotos do Sete de Setembro, todas elas tiradas pela Lau. é muito bom poder aproveitar tão bem os momentos de folga. aliás, fazia 5 anos e meio que eu não tinha um feriado. diria que fui recompensada pela espera.
Edu, Gus e seu Carlos, pai da Lau. Ao fundo, Aline e eu, tomando um vento nos cabelos
curtindo um fim de tarde
esse é o nipo-latin lover mais sexy que eu conheço, ainda mais com esses óculos
para arrematar, carreteiro no final do dia
Edu, Gus e seu Carlos, pai da Lau. Ao fundo, Aline e eu, tomando um vento nos cabelos
curtindo um fim de tarde
esse é o nipo-latin lover mais sexy que eu conheço, ainda mais com esses óculos
para arrematar, carreteiro no final do dia
quarta-feira, setembro 15, 2004
amizade é tudo nesse mundo
Acabei de descobrir que minha melhor amiga é fã do Roberto Carlos (não, não o cantor: o jogador – eeeeeeeeeeeeeeca!!!). Mesmo assim, sou uma pessoa muito feliz por estar, neste momento, vendo agenda antiga dela com bilhetinhos para ex-namorados que nunca foram enviados. E claro, bebendo vinho, um dos maiores prazeres da vida. Yes, eu tenho milhares desses bilhetinhos também, que são um dos ícones da minha adolescência. A falta de coragem para se declarar, naquela época, era marca registrada de todas nós. Ok, eu continuo meio covarde nesse sentido, mas isso não interessa. Aliás, está tão bom aqui que dava para amanhecer falando bobagem e rindo de tanta coisa idiota que fazíamos na faixa dos 15 anos, e que são grandes motivos de diversão agora. Mas não vai ser dessa vez. Amanhã (daqui a pouco) teremos de acordar, pelo menos às 10h, pra assistir "Rei Arthur".
Eu e a Fê no Morro Pelado, em Canela
domingo, setembro 12, 2004
Delícia
Champagne à beira do Guaíba num Sete de Setembro escaldante. Gente bacana de sobra. Lembrança de vento no cabelo e amigos sinceros. O vestido vermelho ali no canto sou eu.
Deathly
Now that I've met you
Would you object to
Never seeing each other again
Cause I can't afford to
Climb aboard you
No one's got that much ego to spend
So don't work your stuff
Because I've got troubles enough
No, don't pick on me
When one act of kindness could be
Deathly
Definitely
Cause I'm just a problem
For you to solve and
Watch dissolve in the heat of your charm
But what will you do when
You run it through and
You can't get me back on the farm
You're on your honor
Cause I'm a goner
And you haven't even begun
So do me a favor
If I should waver
Be my savior
And get out the gun
quinta-feira, setembro 09, 2004
Essa é pro Iuri
Solta as unhas do meu coração
que ele está apressado
e desanda bater desvairado
quando entra o verão
quinta-feira, setembro 02, 2004
it's not
so baby, kiss me like a drug, like a respirator
and let me fall into the dream of the astronaut
when I get lost in space that goes on forever
and you make all the rest just an afterthough
and I believe it's you who could make it better
though it's not...
ouvir aimee mann tem sido meu vício.
quarta-feira, setembro 01, 2004
quinta-feira, agosto 26, 2004
Não entendo porque algumas coisas que eu desejo tanto nunca acontecem. Em alguns momentos, tudo parece tão fácil que o sorriso vem de brinde, a galope. Em outros, eu fico sofrendo baixinho, tentando racionalizar situações e problemas. Sim, capricornianos em geral tentam sufocar seus estresses racionalizando-os. Às vezes tenho vontade de voltar a ser criança, de ter pai e mãe me cuidando quase todo o tempo, de ter meus irmãos me ensinando química e a andar de mobylette, de ficar só estudando, de viver agarrada no meu cachorro e de achar que a vida é tão linda e fantástica só por eu ter saúde pra poder correr na rua e jogar vôlei. Hoje eu preciso de muito mais do que isso.
quarta-feira, agosto 18, 2004
sábado, agosto 14, 2004
sexta-feira, agosto 13, 2004
faltou...
...o motivo do incêndio de terça-feira: uma estufa daquelas que têm tipo uma lâmpada que fica quase vermelha de tão potente. O troço já tava com chamas de um metro de altura quando o Tiago acordou. Imagina o susto. E já vai um alerta aí: NÃO USEM esse tipo de estufa. Eu sei que é a que aquece mais rápido o ambiente, mas às vezes pode esquentar um prédio inteiro por meio de labaredas. Qualquer pedacinho de coberta que encostar naquela lâmpada pega fogo. As estufas a óleo são muito mais seguras e, com paciência, tornam o ambiente bem aconchegante.
Aliás, esqueçam as estufas e arranjem alguém para esquentá-los(as), uai! Muito melhor.
A menos pior fotinho desse
tipo de estufa que eu achei...
quarta-feira, agosto 11, 2004
sono? eu?
Minha noite de sono não foi das melhores.
Com resquícios de temor da noite anterior, dormi sobressaltada. Acordei duas vezes, de susto. A terceira, às 7h30min, porque a faxineira tinha chegado (e ela deixou minha sala e meu banheiro sem nada de cheiro de fumaça – ô mulher que trabalha bem!). A quarta, às 10h, porque os representantes da seguradora e da imobiliária queriam fazer vistoria no meu quarto e a quinta, definitiva, ao meio-dia, para abrir a porta para a faxineira ir embora. Amanhã ela vai voltar para limpar exclusivamente meu quarto, que está IN-SU-POR-TÁ-VEL de fedor de fumaça. Aliás, me arrependi de ter dormido lá essa noite por causa disso: o cheiro me fez tão mal que a garganta e o nariz doem, e eu tô enjoada. Hoje não repetirei a dose, dormirei na casa de uma amiga. Enquanto não estiver tudo limpinho lá, não me atrevo a voltar a descansar no meu antes adorável e perfumado quartinho. Que vai voltar a essa condição, de qualquer jeito.
Com resquícios de temor da noite anterior, dormi sobressaltada. Acordei duas vezes, de susto. A terceira, às 7h30min, porque a faxineira tinha chegado (e ela deixou minha sala e meu banheiro sem nada de cheiro de fumaça – ô mulher que trabalha bem!). A quarta, às 10h, porque os representantes da seguradora e da imobiliária queriam fazer vistoria no meu quarto e a quinta, definitiva, ao meio-dia, para abrir a porta para a faxineira ir embora. Amanhã ela vai voltar para limpar exclusivamente meu quarto, que está IN-SU-POR-TÁ-VEL de fedor de fumaça. Aliás, me arrependi de ter dormido lá essa noite por causa disso: o cheiro me fez tão mal que a garganta e o nariz doem, e eu tô enjoada. Hoje não repetirei a dose, dormirei na casa de uma amiga. Enquanto não estiver tudo limpinho lá, não me atrevo a voltar a descansar no meu antes adorável e perfumado quartinho. Que vai voltar a essa condição, de qualquer jeito.
terça-feira, agosto 10, 2004
FOGO!!!!!
Cinco e meia da manhã. Acordo. Cheiro de papel queimado no ar. Meu cérebro sonolento não processa bem a mensagem, e eu ouço barulho de pessoas. Parece uma briga. "Será que um ladrão invadiu um apartamento?", penso. Na expectativa de ouvir alguém sendo jogado por uma janela, me levanto e vou até o banheiro, tentar escutar conversas através do poço de luz. "...é na República, meia dois...", alguém fala ao telefone. Ao acender a luz do quarto, fumaça em todo ele. Na rua, uma mulher grita "tá pegando fogo!". Tiro a calça do pijama, visto um jeans e jogo um blusão de lã por cima da blusa do pijama. Pego meu celular e ligo para o 190. "Venham logo", digo. Pego minha bolsa e desço até o segundo andar, onde encontro meu vizinho Tiago em pânico e um pouco queimado. Muita fumaça. Abro a porta para o Bombeiros. Prédio evacuado. Todos os moradores parados na calçada, aguardando. Muitos com cães e gatos no colo, vários idosos de chambre, alguns com dificuldades para caminhar. Nem sinto frio de tão tensa, apesar dos menos de 10 graus e da minha pouca roupa. Uma pessoa totalmente sem noção, sem o menor tato para acalmar multidões, diz uma bobagem sem tamanho: "não se preocupem, o único apartamento que corre risco é o 305". "Que por acaso é o meu!!!!", respondo. Só vi o sujeito se retirando. Enquanto isso, rezo, agarrada no terço que ganhei das irmãs do Hospital Mãe de Deus quando fui operar meu dedo, em maio, e que carrego sempre na bolsa. Um PM entra no prédio. Desce em seguida. "Meu apartamento foi atingido?", eu, em desespero. "Não, o fogo foi controlado". Suspiros de alívio. Mais meia hora até poder subir. Muita fumaça preta ainda nos corredores. Na minha casinha, vidros trincados nas janelas do quarto e minha pobre cortina de PVC num momento "brochei", junto ao marco das aberturas. Um PM vai até lá para conferir o pequeno estrago. "Que alemãezinhos são esses?", pergunta, olhando a foto dos meus sobrinhos Pedro e João no mural, que, graças ao bom Deus, como o resto dos meus móveis e utensílios, escapou ileso do susto. O chão do quarto arde. Parece uma sauna. E o fedor de fumaça toma conta de tudo – roupas, cobertas, toalhas, paredes. Mas eu não me importo. Poderia feder muito mais, desde que eu não tivesse que juntar as cinzas das minhas coisas, como teve de fazer o Tiago, que perdeu todos os documentos, todas as roupas, todo o quarto.
Definitivamente, sou uma pessoa de muita sorte. Ao conferir o estrago no 205, essa foi minha conclusão. Para aliviar a tensão, assisti Mulher Gato em cabine de imprensa. Um começo de semana bem divertido para quem gosta de movimento.
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