sexta-feira, janeiro 30, 2004

que deprê... não vai mais ter show da tom bloch dia 4 no ocidente. :-(

quinta-feira, janeiro 29, 2004

Viajar é mudar o cenário da solidão. Mario Quintana não concordo plenamente com a frase, mas em certos casos acho que é assim mesmo.

quarta-feira, janeiro 28, 2004

Essa é uma música que eu adoro. Brega ao extremo, mas que acabou virando modinha porque o Caetano decidiu interpretá-la na trilha de Lisbela e o Prisioneiro. A primeira vez que ouvi foi no Rio, em agosto. Foi amor à primeira vista (ouvida). E essa música não me sai da cabeça hoje, não sei porque. Você não me ensinou a te esquecer (Fernando Mendes) Não vejo mais você faz tanto tempo Que vontade que eu sinto De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços É verdade, eu não minto E nesse desespero em que me vejo Já cheguei a tal ponto De me trocar diversas vezes por você Só pra ver se te encontro Você bem que podia perdoar E só mais uma vez me aceitar Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-la Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer Você só me ensinou a te querer E te querendo eu vou tentando te encontrar Vou me perdendo Buscando em outros braços seus abraços Perdido no vazio de outros passos Do abismo em que você se retirou E me atirou e me deixou aqui sozinho

terça-feira, janeiro 27, 2004

Bacana. Acabaram de realizar um furto-punga no meu pai no centro de Porto Alegre. Os filhos-da-puta dos pivetes (ou nem tão pivetes assim) metem a mão no bolso das calças e levam o que encontrarem. Só que meu pai resolveu segurar a mão do sem-vergonha e o desgraçado rasgou a calça dele. E ainda levou R$ 20. E meu pai, em plena esquina da Siqueira Campos com Uruguai, ficou esperando por 10 minutos que algum brigadiano se aproximasse e nada. Absolutamente nada. Em pleno centro, nenhum f***ing PM apareceu, pelo menos pra registrar uma ocorrência. A poucos metros da 1ª Companhia do 9º BPM. Que foda. É, tô furiosa.
Aliás, tem uma que é histórica: eu resolvi tomar um chimarrão que havia feito dois dias antes e que estava praticamente sem "uso": eu havia sorvido apenas duas cuias da bebida. Bem que notei que algo estava estranho mas, mesmo assim, bebi tranqüilamente. Depois disso, resolvi ligar pro seu Baldo e perguntar se havia algum problema em beber um chimarrão velho. Aí fiquei sabendo que a erva azeda ou mofa (duas ótimas alternativas pra quem já tinha consumido o produto). Ultimamente tem sido assim: eu não noto que as coisas estão estragadas e como. Talvez por isso meu estômago não seja mais o mesmo... hehehe Mas um dia eu aprendo.
Fiz batatas fritas ontem!! Que tal? Primeira vez e saíram ÓTIMAS, molezinhas por dentro e crocantes por fora. Nada de colher de vinagre e/ou álcool no azeite, ou batata congelada, ou qualquer outra "dica infalível". Simples e fácil. Óbvio que eu tenho de creditar essa receita, né? ÓÓÓBVIO que foi o seu Angelo Baldo, meu espetacular pai, que me guiou, por telefone, nessa incursão à gastronomia básica (como sempre, eu ligo pra ele toda a vez que vou cozinhar).

domingo, janeiro 25, 2004

- Eu só aceito a condição de ter você só pra mim. - Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir... e rir. dos hermanos
Sábado, 13h. Cortei meu dedo cortando tomates. Ai que dor!! Mas tô tri na boa. Quase dois meses cortando tomates, cebolas, e só agora fui me cortar?!?!? Inesperado. Achei que isso iria acontecer muito antes... hehehe

sexta-feira, janeiro 23, 2004

AVISO DE UTILIDADE PÚBLICA Pessoas, um grande amigo meu está precisando de ajuda. É o Alexandre Lace, ou Pipos (http://piposplace.blig.ig.com.br/), pros mais íntimos. Ele é jornalista da Rádio Gaúcha, teve leucemia e estava quase curado. Essa semana, infelizmente, teve um recaída. Pra ficar definitivamente bem e sem essa merda de doença de bosta que só atrasa a vida dele, só com transplante de medula. O grande problema é que, até agora, ele ainda não encontrou nenhum doador compatível. Peço encarecidamente a quem puder ajudar e que ainda não tenha feito esse exame pela Central de Transplantes do Instituto de Cardiologia que dê essa força pro Lace. Não só pelo guri ser uma excelente pessoa, das melhores que eu conheço. Mas porque só assim ele vai poder voltar a viver normalmente, sem esse função de quimioterapia e hospital e o cagáleo. Para marcar o exame (que não dura mais do que cinco minutos), é só ligar para (51) 3217-1616. A realização do mesmo é feita no Hemocentro, na Avenida Bento Gonçalves, 3722. Mais detalhes: o procedimento é muito simples. Não precisa estar em jejum, pode ter bebido na noite anterior, sem problemas, porque o exame é de material genético. Tem de estar apenas em boas condições de saúde. E o exame vai ficar num banco de dados para que, se compatível, possamos ajudar não só o Lace, mas outras pessoas com leucemia. Aqui fica o pedido.
ATENÇÃO: show da tom bloch dia 4, no ocidente
Eu tô muuuuito preguiçosa ultimamente, com preguiça até de colocar login e senha no blogger pra poder escrever... hehehhe, tá difícil!! Hoje, porém, pensei em algo que vale a pena mencionar, pois vinha me incomodando há bastante tempo, insistentemente, e agora aliviou um pouco. É o BARULHO INFERNAL da MALDITA obra que estão fazendo ao lado do meu prédio. É pra acabar em 15 de fevereiro, conforme me disse o marido da zeladora, porém tenho sérias dúvidas sobre isso. Como sou uma pessoa acostumada a dormir tarde, obviamente durmo durante boa parte da manhã. E, às 8h (às vezes em ponto), os tais obreiros começavam a usar serras e martelos e todo tipo de ferramenta capaz de produzir ruídos. Graças à chuva, na quarta não houve trabalho externo (eeeeeeeee!!!!!!!!). Eu dormi angelicalmente, com aquele barulhinho de água caindo do céu, e só. Na quinta – daí por milagre, só pode –, os malditos trabalhadores (que maldade, mas pra mim são malditos, é fato) não deixaram sequer um prego cair. O que aconteceu??? Faço a menor idéia. E hoje, dormi em Canoas city. Sei lá se fizeram barulho ou não, estava à distância. Só sei que amanhã eu corro o risco de ser acordada antes da hora, já que sábado passado esses malas trabalharam. Tomara que seja dia de folga...

terça-feira, janeiro 20, 2004

Em homenagem aos meus caríssimos Iuri Freiberger (acertei o sobrenome, Iuri??) e Pedro Verissimo, que tocam hoje e na próxima terça-feira no Cult (Lima e Silva, ao lado do Guion), taí a letra de umas das músicas da Tom Bloch que eu mais gosto. Sabe aquelas músicas que te dão vontade de cantar muito alto, que mexem contigo??? Pois é, enjoy it. E ouçam Tom Bloch. Só tenham cuidado, pois vicia. Eu sou total adiccted... Nessa casa (Tom Bloch) E o quarto, e o banheiro, a cozinha cheirando a flores Os tapetes, os espelhos, as cortinas cheirando a flores Essa casa é perfumada pela lembrança dos amores E nos trincos, prendedores Até nas chaves sinto Nas escadas, corredores, almofadas cheirando a flores Na sacada, na cadeira, na chaleira cheiro de flores Essa casa é perfumada pelas lembranças dos amores Nos cinzeiros, nas tomadas e nas telhas de zinco Na sala de jantar, nas garrafas do bar, nas persianas e nos pés das mesas Liquidificador, embaixo do cobertor, pelos cantos, no chão Pelas plantas e até mesmo no vão entre a cama e a parede E na televisão e nas janelas e no marco da porta, onde quer que se passe Essa casa cheirando a flores Essa casa é assombrada

sexta-feira, janeiro 16, 2004

Gosto pra caramba dela. E essa música me transmite sensações muito boas... CALOR Adriana Calcanhotto Tarde turquesa Quarenta graus Talvez porque você não esteja tudo lateja Tarde sem nuvem Cinqüenta graus Talvez por sua ausência tudo derreta Noite sem ninguém Nada se mexe Eu sonho nosso amor a sério e você em outro hemisfério Enquanto tudo derrete Enquanto tudo derrete Enquanto tudo parece derreter

quinta-feira, janeiro 15, 2004

Ah, vou aproveitar para pedir sugestões (me ajudem): de que cor seria legal pintar a escrivaninha, considerando que meu sofá e minha cortina serão laranja? Tenho ainda uma mesinha de centro, com tampo de mármore (também presente da Vanessa e do Diego) com pés em madeira escura, nos quais pretendo igualmente fazer pátina, e uma mesa de jantar cor de madeira normal, nem muito clara, nem muito escura. O fundo da pátina vai ser um bege. Faça sua parte como conselheiro, por favor. ;o))
Aliás, falando nela, acho que minha escrivaninha vai ficar legal. Presente da Vanessa e do Diego, ela já tem alguns anos de história e, por isso, eu decidi fazer uma reforminha básica. Claro que dá trabalho, mas acho que a pior parte – lixar – já passou. Agora é só diversão: aplicar massa acrílica, pintar... Tô ansiosa (pra variar) pra ver o resultado!