sábado, março 26, 2005

i like papas da língua

dessa vez a música não tá traduzindo meu sentimento, mas não me sai da cabeça. acho linda, não canso de cantar. daí ela tem de marcar lugar aqui no bloguezinho... aliás, alguém a fim de que eu vá pra aí? :o) vem pra cá não ver você não tem explicação é caminhar pela escuridão ficar a fim e não poder falar querer o sim e não se acostumar com a solidão o medo de amar estranho vazio no seu olhar eu tento achar em algum lugar o amor que você deixou pra trás vem pra cá

quarta-feira, março 23, 2005

sullen girl - fiona apple

Days like this, I don't know what to do with myself all day -- and all night I wander the halls along the walls and under my breath I say to myself I need fuel -- to take flight And there's too much going on but it's calm under the waves in the blue of my oblivion Under the waves in the blue of my oblivion Is that why they call me a sullen girl -- sullengirl They don't know I used to sail the deep and tranquil sea But he washed me ashore and he took my pearl and left and empty shell of me Under the waves in the blue of my oblivion It's calm under the waves in the blue of my oblivion

Ser, não ser, não sei

Ser ou não ser, eis a questão. Ser mobiliza muita energia, muitas vezes sem o sentido que, na verdade, se quisera. Não ser pode frustrar, deixar um sabor amargo na boca de não ter estado lá para conferir se era isso mesmo ou não. Ser dá vontade de mais, enquanto não ser tende à estagnação. Ser pode ser viver. Não ser pode ser viver com cautela, com cuidado. Enquanto ser é dúvida, não ser pode ser falta. Ser ou não ser, o que fazer? Por enquanto, talvez ser... Amanhã, não sei se não ser.

segunda-feira, março 21, 2005

foi bom

Ainda bem que Menina de Ouro ganhou o Oscar de melhor filme, de melhor diretor, de melhor atriz e de ator coadjuvante. E pena que não ganhou mais oscars. Nenhum outro filme dos indicados merecia tanto. Vi ontem e adorei, só me lamentei por não ter deixado as lágrimas fluírem mais... Fiquei me segurando pra um momento em que eu realmente não conseguiria conter o choro, mas depois fiquei meio engasgada.

quarta-feira, março 16, 2005

pena

fui no show do lenny kravitz, ontem à noite. esperava mais do que vi. um show meio morno, com muitas baladas, muito mais adequado a um local fechado, menor, do que a um estádio de futebol. cansei pra caramba. preciso dormir. boa noite.

domingo, março 13, 2005

tom bloch repaginada

Para as pessoas que ainda são fãs da Tom Bloch (como eu), apesar de a banda ter praticamente se desintegrado, uma boa notícia: show relâmpago no dia 21, segunda-feira. Serão apenas quatro músicas, segundo confidenciaram minhas fontes. Mais informações aqui.

decepção

Viram a capa do Segundo Caderno de ZH de sábado? Que desilusão a minha ao saber que Cecília, a maravilhosa música do Chico Buarque que citei logo abaixo, teria sido inspirada por uma "Celina", e não por uma autêntica Cecília. Ainda mais que foi pra essa bagaceira CASADA da Celina Sjostedt, que não pensou duas vezes em expor toda a sua família – e os pobres filhos adolescentes, que não devem mais agüentar as piadinhas no colégio – ao ficar se agarrando no mar com o Chico, escancaradamente. Lamentável mesmo é o marido/manso dela dizer que a culpa é do Chico, pobrezinha da Celina que está sendo abusada por esse monstro SOLTEIRO de olhos cor de ardósia...

terça-feira, março 08, 2005

nome segundo

Um brinde aos bons momentos! Cecília (Composição: Luíz Cláudio Ramos/Chico Buarque) Quantos artistas Entoam baladas Para suas amadas Com grandes orquestras Como os invejo Como os admiro Eu, que te vejo E nem quase respiro Quantos poetas Românticos, prosas Exaltam suas musas Com todas as letras Eu te murmuro Eu te suspiro Eu, que soletro Teu nome no escuro Me escutas, Cecília? Mas eu te chamava em silêncio Na tua presença Palavras são brutas Pode ser que, entreabertos Meus lábios de leve Tremessem por ti Mas nem as sutis melodias Merecem, Cecília, teu nome Espalhar por aí Como tantos poetas Tantos cantores Tantas Cecílias Com mil refletores Eu, que não digo Mas ardo de desejo Te olho Te guardo Te sigo Te vejo dormir

quarta-feira, março 02, 2005

aquelas pérolas do cotidiano

em mais uma animada noite das meninas no charla, nossa querida Fê solta essa, olhando para a psicanalista Li: – essa aí tá que nem mamão verde, louca pra fazer mal pra alguém... sem mais palavras, meritíssimo.

segunda-feira, fevereiro 28, 2005

you're not right in the head – this is why i like you

...something in you caused me to take a new tact with you... ...no one i ever knew or have spoken to resembles you this is good or bad all depending on my general mood... ...you and i just smile because we're thinking the same lines... ...you're not right in the head and nor am i and this why this is why i like you, i like you, i like you because you're not right in the head and nor am i and this is why i like you, i like you, i like you, i like you, i like you, i like you, i like you, i like you, i like you, i like you... (morrissey – me ajudando a traduzir o sentimento –, I Like You)

quinta-feira, fevereiro 24, 2005

grande idéia

Brechó no trabalho é uma idéia genial. As gurias aqui do jornal decidiram trazer roupas que não usavam mais para vender ou trocar entre si. Além disso, valem também bijus, sapatos, cintos, bolsas... o que tiver sobrando em casa e que tenha alguma qualidade, tá na roda. E vamos combinar: qual mulher não compra coisas a mais para seu guarda-roupa que, muitas vezes, nem chega a usar? Foi sucesso total: consumidoras e vendedoras saíram super satisfeitas. Nesta vez, não tive tempo de selecionar minhas coisinhas (muito cinema...), mas, na próxima – o evento promete ser mensal –, não vou perder a oportunidade.

filmes e mais filmes

Maratona de filmes nesta semana: Eterno Amor, Ladrão de Diamantes e O Fantasma da Ópera. O primeiro é belíssimo, encantador e muito bem fechado. Vá conferir. O segundo é uma diversãozinha, um filme que vale a pena ver mais por causa do cenário encantador onde se passa – uma ilha paradisíaca nas Bahamas. O terceiro, bem, quanto a esse, eu tinha uma grande expectativa. Mas fiquei com um pé atrás porque é um musical (o único musical que eu realmente gostei até hoje foi Moulin Rouge, que é muito dinâmico e, por isso, não cansa). Pois é, acabou que achei um filme longo e um pouco massante.

Mas vá ao cinema. E depois diga se a sua opinião confere com a minha.

terça-feira, fevereiro 22, 2005

mais marisa

Olha o que eu descobri, escondidinha lá no Mais, o segundo CD da Marisa Monte. Impossível pensar que essa música passou batida pela minha fase mais fã da MM. E o compositor é um dos mestres da música brasileira. Rosa (Pixinguinha) Tu és divina e graciosa, estátua majestosa Do amor, por Deus esculturada E formada com ardor Da alma da mais linda flor de mais ativo olor Que na vida é preferida pelo beija-flor Se Deus me fora tão clemente aqui neste ambiente De luz, formada numa tela deslumbrante e bela Meu coração, junto ao teu lanceado Pregado e crucificado sobre a rósea cruz do arfante peito teu Tu és a forma ideal, estátua magistral Oh alma perenal do meu primeiro amor, sublime amor Tu és de Deus a soberana flor Tu és de Deus a criação Que em todo coração sepultas um amor O riso, a fé, a dor em sândalos olentes cheios de sabor Em vozes tão dolentes como um sonho em flor És láctea estrela, és mãe da realeza És tudo enfim que tem de belo Em todo resplendor da santa natureza Perdão se ouso confessar-te, eu hei de sempre amar-te Oh flor, meu peito não resiste Oh meu Deus, o quanto é triste A incerteza de um amor que mais me faz penar em esperar Em conduzir-te um dia ao pé do altar Jurar aos pés do Onipotente em preces comoventes De dor, e receber a unção da tua gratidão Depois de remir meus desejos em nuvens de beijos Hei de envolver-te até meu padecer de todo fenecer

domingo, fevereiro 20, 2005

back in time

o melhor banho de mar eu tomo na praia da Silveira... Coisa boa estar em férias. Foram vinte dias de paz e tranqüilidade que acabaram no último dia 14. De volta à rotina, ao trabalho, a Porto Alegre (e seu efeito estufa característico)... Tenho que aprender a lidar com tudo isso de novo. Importante lembrar o saldo super positivo dessas férias. Durante onze dias, fui muito ao cinema, tive tempo pra estar com os amigos (a hora em que eles quisessem – e que sensação boa é essa, de se fazer apenas aquilo que se quer), peguei um filme na locadora por dia. Os outros nove dias eu passei no paraíso... Garopaba (e adjacências) foi o melhor lugar do mundo pra mim entre os dias 3 e 12. Em primeiro lugar, a praia. Preciso de pouca coisa mais para me satisfazer se tiver como ver e tocar o mar. Humm, um açaí todo dia também faz bem... Em segundo lugar, as pessoas queridas. Mas não é qualquer pessoa querida, são AS pessoas queridas, que eu jamais imaginava encontrar juntas no mesmo lugar ao mesmo tempo. Deu tudo certo. Em terceiro lugar... bem, férias, né?? Nas férias, a gente faz só o que a gente quer. Então, eu andei de roda gigante no parque de diversões com a minha sobrinha Gigi, fui pra Guarda subir morro no meio das vaquinhas e tomar banho de chuva na beira da praia com o Alixandre e a Bia – com direito a encontrar a Gabi no meio do caminho –, fui pra Silveira com a Lau, o Gus e o Kei, e depois com o Karlo, pulei carnaval na beira da praia com a Fê... Enfim, vai dizer que vai ser fácil eu me readaptar à rotina depois de passar vinte dias fazendo SOMENTE o que eu queria??

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Love Forever

Essa é uma parte do livro no qual se baseou o filme francês "Eterno Amor", que vai ser lançado em breve.
"Desde que soube da morte dele, ela teimosamente se apegou à sua intuição, àquele débil fio de esperança. Cada vez que ele escapa, ela o ata novamente. Nunca perdeu a coragem. E Mathilde tinha grande disposição. Ela diz a si mesma que, se o fio não a levar ao seu amor, isso não é problema. Ela sempre pode usá-lo para se enforcar".
Un Long Dimanche de Fiançailles
(Sébastien Japrisot)